terça-feira, 28 de fevereiro de 2017

Divulgação | "A Hora de Maria", de Nuno Lopes Tavares | Saída de Emergência




Esqueça tudo o que sabe sobre Fátima. A verdade está prestes a ser revelada.


Sinopse:
Aproxima-se o primeiro centenário das aparições de Fátima. A celebração representará um marco histórico na vida do Santuário, exacerbada com a visita do Papa. O país prepara-se para esse momento sem, no entanto, prever as convulsões que o acompanharão. Um homem é confrontado com uma informação, secreta e muito sensível, sobre a irmã Lúcia, que pode colocar em causa o papel desempenhado pela pastorinha, e até mesmo ameaçar a sobrevivência de Fátima. 

Dividido entre a falta de fé e a sua ligação ao local, João Francisco vai lutar pela verdade, defrontando-se com as suas dúvidas e os poderes misteriosos que o rodeiam. Que riscos corre? Que tentações o fragilizam? Que segredos esconde o Santuário? A Hora de Maria é um thriller empolgante que revisita as aparições com um novo olhar, reflete sobre o papel da religião e revela-nos como Fátima se mistura com a História de Portugal dos últimos cem anos.



Sobre o autor:
Nuno Lopes Tavares nasceu em Lisboa, em 1972. Inicialmente vive com os avós maternos, mas aos seis anos muda-se com os pais para o Ribatejo. Interessa-se desde muito cedo pela escrita, mas acaba por seguir um caminho distinto. Regressa a Lisboa, para estudar Gestão, e é aí que fixa residência. Faz carreira em Gestão, em particular na área de Marketing, mas continua sempre a escrever, publicando um primeiro livro de contos em 2006. Gradualmente, vai consolidando o desejo de se dedicar por inteiro aos livros, o que acontece finalmente em 2014. A Hora de Maria é o seu mais recente trabalho.


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Divulgação | "Tudo por uma boa história", vários autores | Esfera dos Livros


Sinopse:
Como são preparadas as reportagens? Como são sentidas pelos repórteres? Que contrariedades enfrentam? Vinte e quatro jornalistas de várias gerações oferecem-nos um relato vivo sobre o que acontece no terreno, dando-nos a conhecer melhor uma profissão que, numa época de informação fácil e barata, mas ao mesmo tempo tão perigosamente manipulável, nunca foi tão importante para a democracia. José Pedro Castanheira conta-nos como descobriu num português um dos primeiros terroristas recrutados pela Al Qaeda provando que um jornalista está disposto a ir até ao fim do mundo por uma boa história. Cândida Pinto recorda como, na Líbia em 2011, dispensar o colete antibala, num dia em que os termómetros atingiam os 40 graus, lhe podia ter custado a vida. Será sempre difícil explicar a um irmão (como tentou Sofia Lorena), ou a qualquer outra pessoa, porque é que o jornalista tem de correr para os lugares de onde todos os outros fogem. A única resposta é: por ser jornalista. Vítor Serpa devia ter sido "apenas" o correspondente que cobria as provas de natação na Argentina, em 1982, mas acabaria a reportar o ambiente de guerra criado pelo conflito entre a Argentina e o Reino Unido por causa das Malvinas. As fotografias de Mário Cruz, vencedor do World Press Photo, atestam o tanto que uma boa reportagem tem a fazer pelo mundo. Por sua conta e risco, registou as crianças acorrentadas no Senegal. O que gravou com a sua máquina fotográfica serve hoje para o governo combater este tipo de opressão. Tudo por Uma Boa História é uma travessia original pelo que de melhor se faz no jornalismo em Portugal. O leitor encontrará aqui dúvidas, angústias, medos, mas também conquistas, prazer e sabedoria, pela voz dos que vivem de contar o mundo aos outros.

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Divulgação | "Eu Quero a Lua", de Jonathan Emmet e Vanessa Cabban | Editorial Preseça




«Oh! Olhem só para aquilo! O que será?!»

A Toupeira acha que a Lua é a coisa mais bonita que já viu em toda a sua vida - e quer tê-la! Mas ter a Lua não é tão fácil como parece.

Eu Quero a Lua é uma história com fantásticas ilustrações, para crianças a partir dos 3 anos.



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Opinião em breve. 

Divulgação | "Deus Não Mora em Havana", de Yasmina Khadra | Editorial Bizâncio



Sinopse:
No momento em que o regime castrista perde o alento, «Don Fuego» continua a cantar nos cabarés de Havana. Outrora, a sua voz electrizava as multidões. Agora, os tempos mudaram e o rei da rumba tem de ceder o seu lugar. Entregue a si próprio, conhece Mayensi, uma jovem «ruiva e radiosa como uma chama», pela qual se apaixona perdidamente. Mas o mistério que cerca essa beldade fascinante ameaça o seu improvável idílio.

Cântico dedicado aos fabulosos destinos contrariados pela sorte, Deus não Mora em Havana é também uma viagem ao país de todos os paradoxos e de todos os sonhos.

Aliando a mestria e o fôlego de um Steinbeck contemporâneo, Yasmina Khadra conduz uma reflexão nostálgica sobre a juventude perdida, incessantemente contrabalançada pelo júbilo de cantar, de dançar e de acreditar em amanhãs felizes. 



Sobre o autor:

Yasmina Khadra, cujo verdadeiro nome é Mohammed Moulessehout, nasceu no Saara argelino em 1955. Hoje é uma das vozes mais importantes do mundo árabe e um digno embaixador da língua francesa. Os seus romances estão traduzidos em dezassete países e encontram um interesse crescente. As Andorinhas de Cabul, que John Cullen traduziu nos USA, recebeu o apoio das mais importantes livrarias americanas e canadianas e o San Francisco Chronicle e o Christian Sciences Monitor elegeram-no como o melhor livro do ano nos Estados Unidos. O prémio Nobel J.M. Coetzee vê neste escritor prolífico um romancista de primeira ordem.

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Divulgação | "Quando perdes tudo não tens pressa de ir a lado nenhum", de Dulce Garcia | Guerra & Paz Editores




Sinopse:
Um homem, duas mulheres, uma criança. A história de um triângulo amoroso à luz do que são hoje as relações sentimentais, marcadas por separações e recomeços e jogos psicológicos variados.
Um romance onde se fala de paixão, desejo, raiva e um medo incrível da loucura. 
Também tem ameaças, mentiras e sexo. E humor, esse lado cómico que existe em todos os episódios, até nos mais trágicos.



Sobre a autora:
Tem 46 anos e é jornalista desde 1991. É fundadora da revista Sábado, onde exerce actualmente as funçoes de subdirectora. Colaborou com o Diário Económico, o Correio da Manhã, a Máxima e a GQ, entre outras publicações.

Lembra-se do primeiro dia em que entrou numa biblioteca. Isso mudou a sua vida. Nunca mais parou de ler. A colecção «Dois Mundos» apresentou-a a Hemingway, Sommerset Maugham, Dostoievski, Tolstoi, Camus, e a vida atirou-lhe Kafka, Sylvia Plath, Marguerite Duras. Também leu algum lixo, claro. As pérolas brilham mais do aterro.

Gostaria de escrever como Julian Barnes e Ian McEwan. Não tem ilusões, faz o que pode.

Este é o seu primeiro romance.

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sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017

Opinião | "Sibéria", de Olivier Rolin



Título: Sibéria
Autor(a): Olivier Rolin
Editora: Tinta-da-China
N.º de Páginas: 112 páginas
Edição: 2016
Temática/Género: Literatura de viagem

Classificação:  3,5 estrelas


Sinopse:
«Rios gigantes, desertos gelados, taiga sem limites, temperaturas extremas: na Sibéria, a geografia é de uma grande rudeza. A história também, pois fez dela a terra dos condenados e dos deportados, um dos nomes da Dor do século xx. E no entanto é possível encontrar um encanto secreto nesta parte do mundo, que tão bem materializa o velho termo solidão, e que é uma espécie de alto‑mar em terra. Foi o que me aconteceu.» —Olivier Rolin


Opinião:
Se há livros que gosto de ler são livros de viagens. Que nos levam para outras paragens, para outros locais, para outros países. Sinto o cheiro da terra, das pessoas, dos locais.

Esta foi uma leitura rápida e fria. Senti o frio a entrar-me na pele durante a leitura. Um livro que nos faz agarrar numa manta só de olhar para ele. Pelo título, pela capa.

É uma leitura boa, que vai agradar a amantes de viagens. O autor leva-nos até à Sibéria, terra fria e distante em todos os sentidos. Não é um guia de viagens, mas sim memórias de algumas aventuras do autor pela Sibéria. Gostei de lá estar, apesar do frio (odeio frio). Imaginei aquele lugar na minha mente, cheio de tudo e cheio de nada.

Recomendo a todos os amantes de viagens...e não só.

Boas leituras.

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017

Opinião | "A Vida Amorosa de Nathaniel P.", de Adelle Waldman


Título: A Vida Amorosa de Nathaniel P. 
Autor(a): Adelle Waldman
Editora: Teorema
N.º de Páginas: 288 páginas
Edição: 2015

Classificação:  3,5 estrelas



Sinopse:
Nathaniel (Nate) Piven é uma estrela em ascensão. 
O seu primeiro livro vai ser publicado por uma editora importante, a sua reputação como crítico literário é irrepreensível, as mulheres adoram-no. Vive em Brooklyn há alguns anos, mas em termos sociais é como se tivesse acabado de chegar. Com estrondo.
Nate deveria, pensamos, estar feliz. 
Mas ele é demasiado obsessivo para se limitar a apreciar a vida. 
Uma noite, ao sair de casa, Nate é (mais uma vez) vítima desse campo minado de ex-amantes que é Nova Iorque. 
Entre acusações e tentativas de fuga, Nate prevê (correctamente) que “a noite acabará como tantas outras, em lágrimas”. Mas é nessa ocasião que conhece Hannah Leary. 
Como ele, Hannah vai ter a sua obra publicada por uma editora de renome. Nate fica fascinado. Ela é atraente, culta e sofisticada. Melhor do que todas as outras. Uma mulher, acredita, à sua altura. Hannah é já o objecto do seu desejo. Será também aquilo que ele realmente quer?



Opinião:
Queria ler este livro desde que o comprei na Feira do Livro do ano passado. Algo me puxava para ele. Não sei se as críticas/opiniões internacionais que via, se pela capa.

Há livros que gostamos pela história, pela escrita, pelas personagens, pela nostalgia que transmitem. Gostei deste livros pelos diálogos. Não é um livro brilhante, mas é bom no seu género. Fala de relações entre jovens adultos e da sua complexidade (ou não).

O que mais prejudicou esta história é o facto da personagem principal não ser afável, fácil de gostar, empática. Há personagens assim. E isso prejudica a nossa percepção da história. 

Contudo recomendo para quem gosta deste tipo de leituras.