Título: Viajante à Luz da Lua
Autor(a): Antal Szerb
Editora: Guerra & Paz Editores
N.º de Páginas: 272 páginas
N.º de Páginas: 272 páginas
Edição: 2017
Temática/Género: Literatura/Romance
Classificação: 3,5 estrelas
Sinopse:
Mihály, um homem de negócios de Budapeste, vai passar a lua-de-mel em Itália com a mulher, Erzsi. Os problemas começam na primeira paragem, Veneza, mas é em Ravena que um antigo amigo de Mihály perturba o casal com histórias do passado. Ao perder o comboio para Roma, Mihály foge da mulher e vagueia pelo país, numa viagem de autodescoberta. Dividido entre o desejo e o dever, o que quer e o que os outros esperam de si, a boémia da adolescência e as responsabilidades de adulto, Mihály reencontra os seus fantasmas e questiona o sentido da vida.
Amor e morte cruzam-se neste romance trágico cómico de 1937, uma obra-prima do húngaro Antal Szerb, traduzida em diversos países, e que chega finalmente a Portugal.
Opinião:
Este livro conquistou-me pela capa. Há coisas assim. Que nos chamam, que nos puxam de uma maneira inexplicável.
O sentimento por este livro é ambíguo. Se por um lado foi um leitura prazeirosa e agradável, por outro não senti empatia com as personagens, que no meu entender, têm personalidades complicadas e difíceis de lidar. Todas à sua maneira têm algo detestável e de adorável.
Mihály é um homem mal resolvido consigo e com o seu passado. Com pouca auto-estima, tímido, mas por vezes com um ousadia que não se compreende. A sua esposa, Erzsi, é uma mulher frágil, dependente financeira e emocionalmente do seu marido, mas também das pessoas que estão à sua volta.
Há que compreender que este foi um livro escrito numa época e sociedade diferente. Um livro que me fez pensar no percurso emocional da nossa vida e das suas implicações no futuro. Sermos autênticos, verdadeiros connosco próprios e o amor próprio é uma necessidade que se impera. Pela nossa saúde mental e das pessoas que nos rodeiam.
Não deixem de ler que tem uma escrita muito bonita e agradável.
Boas leituras.
Classificação: 3,5 estrelas
Sinopse:
Mihály, um homem de negócios de Budapeste, vai passar a lua-de-mel em Itália com a mulher, Erzsi. Os problemas começam na primeira paragem, Veneza, mas é em Ravena que um antigo amigo de Mihály perturba o casal com histórias do passado. Ao perder o comboio para Roma, Mihály foge da mulher e vagueia pelo país, numa viagem de autodescoberta. Dividido entre o desejo e o dever, o que quer e o que os outros esperam de si, a boémia da adolescência e as responsabilidades de adulto, Mihály reencontra os seus fantasmas e questiona o sentido da vida.
Amor e morte cruzam-se neste romance trágico cómico de 1937, uma obra-prima do húngaro Antal Szerb, traduzida em diversos países, e que chega finalmente a Portugal.
Opinião:
Este livro conquistou-me pela capa. Há coisas assim. Que nos chamam, que nos puxam de uma maneira inexplicável.
O sentimento por este livro é ambíguo. Se por um lado foi um leitura prazeirosa e agradável, por outro não senti empatia com as personagens, que no meu entender, têm personalidades complicadas e difíceis de lidar. Todas à sua maneira têm algo detestável e de adorável.
Mihály é um homem mal resolvido consigo e com o seu passado. Com pouca auto-estima, tímido, mas por vezes com um ousadia que não se compreende. A sua esposa, Erzsi, é uma mulher frágil, dependente financeira e emocionalmente do seu marido, mas também das pessoas que estão à sua volta.
Há que compreender que este foi um livro escrito numa época e sociedade diferente. Um livro que me fez pensar no percurso emocional da nossa vida e das suas implicações no futuro. Sermos autênticos, verdadeiros connosco próprios e o amor próprio é uma necessidade que se impera. Pela nossa saúde mental e das pessoas que nos rodeiam.
Não deixem de ler que tem uma escrita muito bonita e agradável.
Boas leituras.








