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terça-feira, 25 de abril de 2017

Divulgação | "iAgora", de Rosário Carmona e Costa | Esfera dos Livros


Sobre o livro:

Uma leitura fundamental para as famílias do século XXI. O que é normal e o que é excessivo na relação dos nossos filhos com as novas tecnologias? Essas formas de comunicação podem ser uma ferramenta de educação poderosa e altamente válida... Desde que ninguém se deixe dominar por elas. A começar pelos pais. Estas perguntas são para si: - Deve ou não deve ser amigo do seu filho no Facebook? - Sabia que o vídeo na hora da sopa pode vir a tornar-se o seu pior inimigo? - Imagina o que pode estar a acontecer quando um professor lhe diz que o seu filho tem sono nas aulas? - Quando é que deve ligar ecrãs nas viagens de carro? - Por que é que é tão errado encostar telefones a copos de água diante dos miúdos nos restaurantes? - Será mesmo uma boa ideia conceder mais meia hora de computador como prémio de bom comportamento? - Qual a grande diferença entre ser alvo de troça na escola, com umas «bocas» e encontrões, ou ser vítima de cyberbullying? - Já alguma vez parou para pensar no conceito de «aplicações didáticas»? - Então e a televisão: se virmos todos em família não faz mal, não é? - Acredita no seu filho adolescente quando ele diz que está acompanhado porque está a jogar online? 


Dificilmente haverá um tema da atualidade que interfira tanto no nosso dia-a-dia como o consumo desenfreado de videojogos, redes sociais e ecrãs de um modo geral, sejam computadores, tablets ou telemóveis. Todo um universo de investigação, fascínio e preocupação gira em torno deste fenómeno, abordando desde a forma como nos relacionamos com os outros ao modo como nos isolamos deles, passando pela maneira como as notícias se propagam, a cultura se manifesta ou conceitos como «amigos» e «mensagens» se modificam. Pelo lado dos pais, trata-se de um tema que, em certos casos, suscita um enorme receio pelo comportamento dos filhos, enquanto noutros é alvo de despreocupação total. É urgente ajudar as famílias de toda uma geração que já nasceu à sombra das infindáveis atrações da tecnologia (os chamados «nativos digitais») a se relacionarem com esse mundo de forma equilibrada e a utilizá-lo em prol do desenvolvimento das crianças, adolescentes e dos próprios pais. 


É esse o objetivo de i-Agora? - um livro de leitura fácil em que a psicóloga Rosário Carmona e Costa, estudiosa desta temática há vários anos, fornece respostas simples e diretas para um problema tão complexo e tão atual.  


Sobre a autora:
Rosário Carmona e Costa é psicóloga clínica, pós-graduada em Psicoterapia Cognitivo-Comportamental de Crianças e Adolescentes, com experiência clínica em perturbações do desenvolvimento e socio-emocionais e com especial interesse por competências sociais, ansiedade, depressão e bullying. Especializada em Psicologia da Web e Cyberbullying, realiza, desde a sua passagem por Singapura, onde estagiou num programa de prevenção da dependência da Internet, trabalho de investigação na intervenção e formação a pais, professores e jovens nas novas dependências, uso excessivo e inadequado das novas tecnologias e cyberbullying.

Para mais informações sobre este livro clique aqui



quarta-feira, 22 de março de 2017

Opinião | "Tudo por uma boa história", de Anabela Natário, Sofia Branco e Isabel Nery


Título: Tudo por uma boa história
Coordenação: Anabela Natário, Sofia Branco e Isabel Nery
Editora: Esfera dos Livros
N.º de Páginas: 192 páginas
Edição: 2017
Temática/Género: Não Ficção / Jornalismo e Comunicação

Classificação: 4,5 estrelas

Sinopse:
Como são preparadas as reportagens? Como são sentidas pelos repórteres? Que contrariedades enfrentam? Vinte e quatro jornalistas de várias gerações oferecem-nos um relato vivo sobre o que acontece no terreno, dando-nos a conhecer melhor uma profissão que, numa época de informação fácil e barata, mas ao mesmo tempo tão perigosamente manipulável, nunca foi tão importante para a democracia. José Pedro Castanheira conta-nos como descobriu num português um dos primeiros terroristas recrutados pela Al Qaeda provando que um jornalista está disposto a ir até ao fim do mundo por uma boa história. Cândida Pinto recorda como, na Líbia em 2011, dispensar o colete antibala, num dia em que os termómetros atingiam os 40 graus, lhe podia ter custado a vida. Será sempre difícil explicar a um irmão (como tentou Sofia Lorena), ou a qualquer outra pessoa, porque é que o jornalista tem de correr para os lugares de onde todos os outros fogem. A única resposta é: por ser jornalista. Vítor Serpa devia ter sido "apenas" o correspondente que cobria as provas de natação na Argentina, em 1982, mas acabaria a reportar o ambiente de guerra criado pelo conflito entre a Argentina e o Reino Unido por causa das Malvinas. As fotografias de Mário Cruz, vencedor do World Press Photo, atestam o tanto que uma boa reportagem tem a fazer pelo mundo. Por sua conta e risco, registou as crianças acorrentadas no Senegal. O que gravou com a sua máquina fotográfica serve hoje para o governo combater este tipo de opressão. Tudo por Uma Boa História é uma travessia original pelo que de melhor se faz no jornalismo em Portugal. O leitor encontrará aqui dúvidas, angústias, medos, mas também conquistas, prazer e sabedoria, pela voz dos que vivem de contar o mundo aos outros.


Opinião:
Gosto de histórias. Contadas através do livro, da rádio ou da televisão. Histórias são histórias. Sempre me despertou alguma curiosidade em saber como as histórias que lemos ou vemos na televisão feitas. Como são preparadas as reportagens e o que sentem os repórteres.  

Este é o meu tipo de leituras. O que acontece por detrás da história. Um livro de não-ficção de confidências e relatos de alguns jornalistas portugueses que vivenciaram. Tudo para contar e partilhar uma história.

São 12 experiências que estes jornalistas aceitaram partilhar com o público. Este livro levanta questões e faz-nos pensar. Na ética da nossa profissão, em quando os sentimentos são mais fortes do que essa mesma ética profissional, nas fontes que os jornalistas confim para contar uma história, nos perigos que enfrentam para testemunhar algo importante para a história mundial ou nacional, mas também quando deixam passar uma boa história simplesmente porque sim...e o momento passa. 

As histórias não se repetem. Existem outras. Muitas mais. Gostamos de as ler, de as conhecer. Mas é bom saber como elas são contadas, com todo o profissionalismo e seriedade possível. 

Este livro é muito bom pelo seu todo. Jornalistas diferentes implica estilos e histórias diferentes. Não criamos empatia com algumas em particular. Mas ficamos felizes por perceber que há bons profissionais que fazem tudo por uma boa história. 

Recomendo!



Nota:
Este livro foi-me disponibilizado pela editora Esfera dos Livros em troca de uma opinião honesta.

Para mais informações sobre o livro ver aqui.



domingo, 19 de março de 2017

Divulgação | "Receitas mês a mês", de Luís Saraiva | Esfera dos Livros



Sobre o livro:
Qual a melhor fruta que podemos consumir em março? Quais os legumes mais indicados para comermos em junho? Dado que os produtos hortícolas e frutícolas têm um ciclo planeado, como podemos tirar o melhor partido dessa sazonalidade nas nossas refeições? Qual o peixe que devemos cozinhar em agosto sem prejudicar os ciclos de vida das espécies? Porque é que o borrego e o cabrito são mais consumidos entre dezembro e abril? Por que razão os bivalves devem ser excluídos da nossa dieta nos meses sem letra «r»...? E já agora: como transformar em 48 receitas deliciosas todo um calendário anual em perfeita harmonia com a Natureza e com tudo o que isso significa de mais frescura, mais sabor, mais autenticidade, mais equilíbrio? Se os produtores planeiam a sua produção anual ajustando a procura de determinado alimento em dada época do ano, nós, enquanto consumidores, só temos a ganhar se adaptarmos os nossos pratos e as nossas refeições àquilo que se produz e comercializa em cada estação e, no limite, em cada mês. Receitas Mês a Mês é o livro que o vai ajudar a acertar o passo na sua alimentação e na sua cozinha.


Sobre o autor:
Luís Saraiva nasceu em Lisboa em 1971 e tem duas grandes paixões: o desporto e, acima de tudo, a gastronomia. Para além de ser treinador de râguebi, o seu maior hobby consiste em andar pelos mercados em busca dos ingredientes mais frescos e cozinhar pratos imaginativos para a família e para os amigos. Licenciado em Economia, fez também o curso de Gestão Agrícola, que o sensibilizou para a necessidade de sabermos mais sobre o que comemos – desde a origem e produção dos alimentos às suas propriedades, passando pelas alturas do ano em que os devemos consumir com maior regularidade. Receitas Mês a Mês, o seu primeiro livro, cruza esses seus conhecimentos técnicos com o gosto pela cozinha.

Para saber mais sobre o livro clique aqui

terça-feira, 28 de fevereiro de 2017

Divulgação | "Tudo por uma boa história", vários autores | Esfera dos Livros


Sinopse:
Como são preparadas as reportagens? Como são sentidas pelos repórteres? Que contrariedades enfrentam? Vinte e quatro jornalistas de várias gerações oferecem-nos um relato vivo sobre o que acontece no terreno, dando-nos a conhecer melhor uma profissão que, numa época de informação fácil e barata, mas ao mesmo tempo tão perigosamente manipulável, nunca foi tão importante para a democracia. José Pedro Castanheira conta-nos como descobriu num português um dos primeiros terroristas recrutados pela Al Qaeda provando que um jornalista está disposto a ir até ao fim do mundo por uma boa história. Cândida Pinto recorda como, na Líbia em 2011, dispensar o colete antibala, num dia em que os termómetros atingiam os 40 graus, lhe podia ter custado a vida. Será sempre difícil explicar a um irmão (como tentou Sofia Lorena), ou a qualquer outra pessoa, porque é que o jornalista tem de correr para os lugares de onde todos os outros fogem. A única resposta é: por ser jornalista. Vítor Serpa devia ter sido "apenas" o correspondente que cobria as provas de natação na Argentina, em 1982, mas acabaria a reportar o ambiente de guerra criado pelo conflito entre a Argentina e o Reino Unido por causa das Malvinas. As fotografias de Mário Cruz, vencedor do World Press Photo, atestam o tanto que uma boa reportagem tem a fazer pelo mundo. Por sua conta e risco, registou as crianças acorrentadas no Senegal. O que gravou com a sua máquina fotográfica serve hoje para o governo combater este tipo de opressão. Tudo por Uma Boa História é uma travessia original pelo que de melhor se faz no jornalismo em Portugal. O leitor encontrará aqui dúvidas, angústias, medos, mas também conquistas, prazer e sabedoria, pela voz dos que vivem de contar o mundo aos outros.

Para mais informações sobre este livro clique aqui